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Mostrando postagens que correspondem à pesquisa por fragmentos draconianos

Livro GRÁTIS: Fragmentos Draconianos Vol. I

  Você não vai conseguir largar esses Dragões. Sabe por quê?Porque A Saga Draconiana do A. G. Olyver é tudo aquilo que você sempre quis. É aquela fantasia que você vai poder viver agora. Ou vai nos mentir que nunca quis ter poderes elementais e ser descente de poderosos Dragões? Você até mesmo pode transportar a Saga Draconiana para uma mesa de RPG. Pois o Universo Drakkar se encaixa perfeitamente naquelas jogatinas cheias de dados com os amigos. E agora você pode baixar gratuitamente em PDF o Vol. I dos Fragmentos Draconianos. São: 12 Cenas Incríveis! Dragões e Drakkars poderosos Poderes Elementais Muita ação e Fantasia Uma viagem pelas Eras Ambientações extraordinárias UNIVERSO DRAKKAR! Mergulhe já nesse mundo de fantasia! Pegue seu livro AQUI!

Fragmentos Draconianos N1: O Sopro Relâmpago

  Era uma afronta que eu, filho de uma das mais influentes famílias do meio Drakkar, não conseguisse dominar um Sopro de Classe B, como o Sopro Relâmpago . Aquilo era ridículo. Ser um Drakkar Azul era algo que impunha respeito e, não conseguir trazer aqueles relâmpagos para o plano físico na frente dos meus colegas, fez-me parecer um perdedor. – Maldita Margareth – resmunguei comigo mesmo – Com aquele risinho irônico só porque vai disputar a Graduação... – Charles!   – chamou-me Ferdinand, meu colega de quarto. Um Drakkar Verde, boa vida. – O que foi? – inquiri ríspido. Estava descontente comigo mesmo e não estava afim de conversas. – Viu a nova Drakkar? – ele perguntou – Linda. Cabelos platinados até as costas, olhos azuis como o oceano... Balancei a cabeça e segui em frente, ignorando-o. Ferdinand passava mais tempo paquerando as garotas do que se dedicando a estudar o Sangue Draconiano e a praticar os Sopros. Era um Drakkar de qualidade muito inferior e, claro...

Fragmentos Draconianos N3: A Última Luz do Protetorado

            Havia algo errado, eu podia sentir. Mesmo andando e sentindo aquelas pedras sob a sola dos meus pés, respirando o ar fresco daquela tarde ensolarada, eu sabia que havia algo errado. Talvez não “errado” no sentido de não dever estar acontecendo, mas de que não era normal. Algo estava diferente no ambiente, no Fluxo Primordial que trespassava meu corpo e meu Ponto Central. Acordara aquele dia com uma sensação de deslocamento. Minha última lembrança era de que eu havia ido dormir cedo na última noite, logo depois de ler meu velho Manual do Protetorado, que herdara de minha mãe. Tinha tentado, mais uma vez, transmigrar minha Essência para que pudesse equivaler a Essência Draconiana, para poder dominá-la. Estava há muito tempo no terceiro nível da Palma Servil e, se não conseguisse atingir aquele estado absoluto, não poderia realmente ser uma Protetora por completo. Dominar o terceiro nível da Palma Servil e me tornar uma Protetora Plena...

Fragmentos Draconianos N2: Reminiscências do futuro

  Aquele som terrível do alarme ecoava pela minha mente, embaralhando meus sentidos. Não aguentava mais correr e logo aquele Protetor, ao meu encalço, estaria em cima de mim. – Não pare – repetia, tentando arrancar forças das entranhas. Meus próprios parentes haviam me entregado e aquilo era inacreditável. Meu pai, Drakkar Azul do qual eu herdara o Elemento Água, também havia encontrado seu fim nas mãos dos Protetores que nos caçavam sem piedade. Era inaceitável viver em um mundo onde nós, descendentes dos Antigos Lordes Dragões, agora fugíamos como animais, rastreados e caçados como presas fáceis daqueles predadores humanos. – Wilhelm... – ouvi o Protetor chamando meu nome enquanto eu me esgueirava pelos muros escuros dos becos frios que se espalhavam pela cidade. Aquela noite era minha única chance de escapar para terras distantes, na esperança de encontrar o único grupo de Drakkars que ainda conseguiam usar seus Elementos. Mesmo todos acreditando que, de fato, esse gru...

Fragmentos Draconianos N9: As sementes de um futuro de Luz

  Fazia três dias que estávamos procurando por aqueles Drakkars que, segundo um velho contato da Ordem de Sekhem , estavam escondidos próximo às cavernas em Ankh-Tawy . Long’er e eu já tínhamos olhado a região, mas não tínhamos ido até aquele lugar em especial. – Sabe, Meresamun – chamou-me Long’er – Já faz cinco anos que estamos nessa jornada, semeando o conhecimento sobre a forma Imane, sobre as Mansões Lunares e, ainda, mesmo com o poder da Sela, não consigo vislumbrar um mundo próximo que seja próspero para os Drakkars. Long’er, com aquela tal Sela da Eternidade , tinha o poder de ver o futuro e o passado e, claro, todas as opções que poderiam ser tomadas. Porém, mesmo com aquela bênção divina, o massacre do qual sobrevivêramos, onde muitos de nossos queridos amigos foram assassinados covardemente pelo Clã dos Protetores, tinha mexido profundamente com ela. – Sabe do que eu sinto falta? – perguntei, tentando mudar seu foco para algo mais leve. – Do quê? – ela sorriu. ...

Fragmentos Draconianos N8: Synch-up! Nós somos o (D)Lorem!

Tudo aquilo parecia ridículo. Uma das maiores empresas e agências musicais do mundo havia tido seu prédio completamente destruído por um incêndio e, pior que isso, da forma mais brutal possível: uma explosão que implodiu todo o local. Fazia muitos anos que não tínhamos um ataque terrorista na Basileia e, pensar que aquilo tinha acontecido embaixo dos nossos narizes, com toda a tecnologia de rastreio possível, era, como eu disse, ridículo. – Como pode? – ri, percebendo a música que começava a tocar na rádio. Era de um grupo famoso. Aliás, um não; O grupo musical mais famoso do mundo na atualidade. Chamado (D)Lorem , era composto por quatro garotas de vinte e poucos anos. Elas eram incríveis. Todos as adoravam quase como se fossem divindades, e se encantavam, não apenas com a beleza surreal e a voz hipnótica delas, mas com todo o conjunto da estética aplicada nas roupas e danças. Não havia um jovem adulto ou adolescente, fosse do gênero que fosse, que não conhecesse suas músicas. Mesmo ...

Fragmentos Draconianos N10: A jovem da Flor de Sino

  Aquela pequena azarada não sabia sequer andar direito. Como poderia se tornar uma boa Oiran ? – Ande direito, sua bastarda! – gritei para ela. A cada geração que passava, parecia-me que as novas Kamuro tinham menos e menos tato para aprender a etiqueta necessária para, um dia, com alguma sorte, tornarem-se Oirans a altura do meu estabelecimento. – Senhora... – chamou-me Tsuka, a Oiran responsável por aquela desajeitada Kamuro . – O que houve, Tsuka? – cuspi, enraivecida por sua negligência em ensinar aquela ínfima desgraçada o mínimo dos modos exigidos pela minha casa. Eu herdara aquele estabelecimento de minha mãe. Era a mais importante Casa de Cortesãs do distrito Yukaku . E, em sua época, aquele distrito da luz vermelha possuía uma notoriedade e prestígio insuperáveis. As mais altas cortesãs de nossa casa, dentre todas as Oirans , eram as Tayu . E, na época de minha mãe, praticamente todas na casa possuíam esse prestigioso título. Porém, com o aumento da prostitui...

Fragmentos Draconianos N5: O início de uma Nova Era

  Meus pais me contavam histórias. Eles diziam que, há cem anos, os nossos antepassados Drakkars se enfrentaram de uma forma tão aterradora que quase se aniquilaram e, claro, quase levaram a raça humana à extinção. Segundo minha avó, aquele acontecimento era das mesmas proporções de um que havia acontecido há mais de quatro mil anos, o que mostrava um ciclo natural de controle da nossa população. Esse controle era exercido por uma Ordem que também quase fora destruída por completo, mas tinha sido reerguida pela última de suas iniciadas, a Última Luz do Protetorado. Os Protetores, como eu os conheci, através de histórias de terror contadas por meus parentes, sempre permearam meus pesadelos. Encontrar um deles era, para nossa espécie, a morte certa. Não tínhamos como enfrentá-los nem como fugir. Se eles nos descobrissem, era o fim. Então, toda nossa outrora orgulhosa raça havia sido reduzida a apenas pessoas comuns, fazendo coisas comuns, escondendo sua verdadeira natureza Drakkar....

Fragmentos Draconianos N4: A Semente do Dao

  Era claro que Li Yuan já tinha suas suspeitas de que eu fosse uma Drakkar e, mesmo sendo ele oficial de confiança e braço direito do Imperador Yang Tong, preferiu vir conversar comigo sobre os insurgentes que se espalhavam pela reunificada China. Na época eu era uma das poucas mulheres que tinham a liberdade de aconselhar os ministros e oficiais do Imperador e, claro, muitos buscavam meus ensinamentos no topo do monte onde eu passava maior parte do tempo, em Contemplação. – E então? O que eu posso fazer? – perguntou Li Yuan, esperando meu conselho. Ele havia vindo me ver para saber a respeito dos muitos trabalhadores do campo que, ao invés de se unirem ao exército do Imperador para combater os insurgentes, preferiam mutilar seus próprios pés para não serem convocados. Eram, realmente, pés sortudos, por assim dizer. – Meu caro Yuan – eu sorri, achando graça do que o afligia – Vocês que antes movimentaram milhares de soldados nas incursões para invadir o Reino de Goguryeo, ...