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Autor


A. G. Olyver (Porto Alegre, 27 de Agosto de 1984) é um autor brasileiro de ficção e fantasia, conhecido principalmente pela série de livros A Saga Draconiana, e colunista do Jornal Ibiá.

Atualmente reside com sua esposa Gleyce Kelly no Rio Grande do Sul, no Brasil.
Biografia
A. G. Olyver nasceu em Porto Alegre, em 27 de Agosto de 1984, filho de um profissional da eletrônica e uma artista plástica.

Desde cedo, inspirado pelo pai, amante do hermetismo rosacruciano, procurou estudar religião e ocultismo, temas amplamente abordados em seus primeiros trabalhos literários, como Lady Lake.

Começou a escrever no intuito de lançar um livro para participar do Programa do Jô, na Rede Globo, buscando ganhar uma caneca personalizada do programa.

Participou de sua primeira feira do livro em 2013 com o livro Lady Lake, lançando, no mesmo ano, o primeiro volume de A Saga Draconiana. Livro que renova o mito do dragão, trazendo seus poderes devastadores para os tempos modernos, na forma dos Drakkars: os híbridos de humanos e dragões.

Formou-se em Análise e Desenvolvimento de Sistemas pela Unisc, no Rio Grande do Sul, quando dedicou-se a escrever também sobre melhoramento pessoal, lançando três obras sobre o assunto: O Caminho do Construtor, um conto que fala sobre prosperidade; Método BASIC+, que traz didática e ferramentas sobre alta performance; e Maçonaria para Leigos, que serve como um guia para o aspirante a Maçom.

Em 2020 participou de sua primeira Bienal do Livro de São Paulo, ano em que a Saga Draconiana recebia seu terceiro livro da série, tornando-se uma trilogia.
Influências
Os autores e obras que inspiram A. G. Olyver a compor suas fantasias vão desde Paulo Coelho, J. K. Rowling, Robert Jordan, H. P. Lovecraft, Leigh Bardugo, Eduardo Spohr, Raphael Draccon a animações e séries japonesas como Os Cavaleiros do Zodíaco, Dragon Ball, Sailor Moon, Shurato, Yuyu Hakusho, GARO, dentre outros.

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A Saga Draconiana encerra o Arco de Sophie Dupont, depois de 7 anos.

  Depois de mais de sete anos, desde o lançamento de A Saga Draconiana – Sophie Dupont e o Drakkar de Prata , eis que se encerra o arco da história de Sophie Dupont, com o lançamento de A Saga Draconiana – Sophie Dupont e a Mãe dos Dragões . O arco, composto de três volumes, possui um total de mais de mil páginas, e conta a história de Sophie, uma menina adotada cuja vida é caótica, cheia de guinadas e desventuras; porém, em determinado momento, ela descobre que pertence a uma espécie única: Os Drakkars . Descendentes de humanos com os Antigos Lordes Dragões. O primeiro volume, chamado A Saga Draconiana – Sophie Dupont e o Drakkar de Prata foi lançado ainda em 2013, o que faz com que todo o arco tenha levado sete anos para ficar pronto. Um número bastante auspicioso, por assim dizer. E, por isso, é com muito carinho que trago hoje a notícia de que, finalmente, o livro A Saga Draconiana - Sophie Dupont e a Mãe dos Dragões já está disponível. Seja em Livro Impresso ou para Kindle

SORTEIO de KIT LITERÁRIO de A Saga Draconiana!

  ⚠️Alerta de SORTEIO!⚠️ Para comemorar o mês de aniversário do lançamento do meu primeiro livro, hoje venho realizar um sorteio incrível! Que tal ganhar um KIT LITERÁRIO contendo: -Trilogia física autografada de A Saga Draconiana; -Xícara personalizada (porque eu amo café!); -Marcadores de páginas metalizados autografados; -Marca texto personalizado; -Porta copos personalizados (porque eu também adoro um chopp!) Então se você quiser tentar a sorte e tentar ganhar esse KIT LITERÁRIO incrível é só cumprir as regras simples do sorteio e torcer para seu IG ser sorteado.  -Lembrando que teremos apenas um ganhador! R e g r a s: ➡️1° Curtir a foto oficial do sorteio (no meu Instagram ); ➡️2° Seguir o meu IG @agolyver ; ➡️3° Marcar um amigo por comentário quantas vezes quiser (lembrando que não vale repetir o amigo e nem marcar perfis fakes, de famosos, ou os que vocês não sigam). C h a n c e e x t r a: Quem compartilhar esse post no Stories e marcar o meu perfil @agolyver, tem direito a um

Fragmentos Draconianos N1: O Sopro Relâmpago

  Era uma afronta que eu, filho de uma das mais influentes famílias do meio Drakkar, não conseguisse dominar um Sopro de Classe B, como o Sopro Relâmpago . Aquilo era ridículo. Ser um Drakkar Azul era algo que impunha respeito e, não conseguir trazer aqueles relâmpagos para o plano físico na frente dos meus colegas, fez-me parecer um perdedor. – Maldita Margareth – resmunguei comigo mesmo – Com aquele risinho irônico só porque vai disputar a Graduação... – Charles!   – chamou-me Ferdinand, meu colega de quarto. Um Drakkar Verde, boa vida. – O que foi? – inquiri ríspido. Estava descontente comigo mesmo e não estava afim de conversas. – Viu a nova Drakkar? – ele perguntou – Linda. Cabelos platinados até as costas, olhos azuis como o oceano... Balancei a cabeça e segui em frente, ignorando-o. Ferdinand passava mais tempo paquerando as garotas do que se dedicando a estudar o Sangue Draconiano e a praticar os Sopros. Era um Drakkar de qualidade muito inferior e, claro, eu não