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A Saga Draconiana na 1ª Bienal Virtual do Livro de São Paulo

Esse ano, a convite do site Livrorama, que é uma editora por demanda para autores independentes, participo da 1ª Bienal Virtual do Livro de São Paulo, organizada pela Câmara Brasileira do Livro. A obra escolhida é A Saga Draconiana – Sophie Dupont e o Drakkar de Prata


Eu, como autor nacional, sempre que sou convidado a participar de qualquer evento que traga visibilidade para o texto produzido por nossos conterrâneos, fico muito feliz. E, quando esse evento é uma Bienal, então esse sentimento se multiplica. Quando esse evento é a Bienal do Livro de São Paulo então... 

O que destaca, claro, os autores no meio independente, é sua originalidade. É esse diferencial que faz com que o leitor dedique seu tempo a ler aquele escritor ainda desconhecido. Nesse quesito posso afirmar que A Saga Draconiana não possui similares. A trama é toda feita em cima de conceitos e personagens originais que não possuem paralelo na literatura moderna. Os Drakkars, os descendentes híbridos de humanos e dragões que possuem o poder de controlar o Sangue Draconiano e dominar os Elementos de seus ancestrais, são personagens que, mesmo trazendo no sangue o DNA dos Antigos Lordes Dragões, possuem a sensibilidade, aparência e emoções humanas. Seus poderes, os chamados Sopros’, são o legado de sua raça ancestral que, rankeados por níveis de dificuldade, permitem aos Drakkars produzir proezas sobre-humanas e até mesmo sobrenaturais. Esses elementos me permitiram produzir narrações épicas, repletas de fantasia, magia e ação, sempre primando por ensinar valores profundos e positivos. 

Tal como A Saga Draconiana, o Brasil produz muitas obras literárias por ano e, infelizmente, uma pequena parcela delas alcança um número grande de leitores, pois as editoras tradicionais não dão conta de tantos livros. Nesse caso, sobra para o próprio autor lidar com todo o processo de promoção e marketing de seu livro, o que nunca é fácil. É um trabalho que exige tempo, calma, paciência e, claro, muita perseverança; porém os frutos, quando colhidos, são muito doces. 

O importante é escrever, ser original e não ter medo de inovar. Reinvente-se e escreva o que ama. Em algum momento os frutos virão.

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A Saga Draconiana encerra o Arco de Sophie Dupont, depois de 7 anos.

  Depois de mais de sete anos, desde o lançamento de A Saga Draconiana – Sophie Dupont e o Drakkar de Prata , eis que se encerra o arco da história de Sophie Dupont, com o lançamento de A Saga Draconiana – Sophie Dupont e a Mãe dos Dragões . O arco, composto de três volumes, possui um total de mais de mil páginas, e conta a história de Sophie, uma menina adotada cuja vida é caótica, cheia de guinadas e desventuras; porém, em determinado momento, ela descobre que pertence a uma espécie única: Os Drakkars . Descendentes de humanos com os Antigos Lordes Dragões. O primeiro volume, chamado A Saga Draconiana – Sophie Dupont e o Drakkar de Prata foi lançado ainda em 2013, o que faz com que todo o arco tenha levado sete anos para ficar pronto. Um número bastante auspicioso, por assim dizer. E, por isso, é com muito carinho que trago hoje a notícia de que, finalmente, o livro A Saga Draconiana - Sophie Dupont e a Mãe dos Dragões já está disponível. Seja em Livro Impresso ou para Kindle

Você vai morrer. O que você está fazendo sobre isso?

Hoje estou a mais de 2 mil quilômetros de Montenegro, do ladinho de Cuiabá, no Mato Grosso. Nessa viagem de férias, enquanto conversava com um irmão de ofício, por assim dizer, surgiu a questão: “Se você sumisse hoje, a sua comunidade perceberia? Você faria falta?”. Em um primeiro momento, se você pensar e responder que não, pode ir por dois caminhos: o primeiro é o egoísta, pensando que a comunidade não lhe dá valor, não se importa com você; o segundo é o correto, pensando que você não está sendo útil o suficiente para essa comunidade ao ponto de ser sentida a sua falta quando você partir.  O que você tem feito hoje voltado à sua comunidade? O que você tem feito hoje que não é exclusivamente para melhorar a sua própria vida e, talvez, das pessoas da sua família? É muito fácil se indignar vendo a pobreza no continente africano, ou mesmo na Venezuela, onde uma cesta básica está custando 3 salários mínimos e as pessoas estão comendo lixo na rua; mas você se indigna com aquele mendig

Fragmentos Draconianos N1: O Sopro Relâmpago

  Era uma afronta que eu, filho de uma das mais influentes famílias do meio Drakkar, não conseguisse dominar um Sopro de Classe B, como o Sopro Relâmpago . Aquilo era ridículo. Ser um Drakkar Azul era algo que impunha respeito e, não conseguir trazer aqueles relâmpagos para o plano físico na frente dos meus colegas, fez-me parecer um perdedor. – Maldita Margareth – resmunguei comigo mesmo – Com aquele risinho irônico só porque vai disputar a Graduação... – Charles!   – chamou-me Ferdinand, meu colega de quarto. Um Drakkar Verde, boa vida. – O que foi? – inquiri ríspido. Estava descontente comigo mesmo e não estava afim de conversas. – Viu a nova Drakkar? – ele perguntou – Linda. Cabelos platinados até as costas, olhos azuis como o oceano... Balancei a cabeça e segui em frente, ignorando-o. Ferdinand passava mais tempo paquerando as garotas do que se dedicando a estudar o Sangue Draconiano e a praticar os Sopros. Era um Drakkar de qualidade muito inferior e, claro, eu não