Pular para o conteúdo principal

Sem dinheiro na crise. E agora?


Diferente da crise de 2008, quando o trabalhador das indústrias perdia o emprego, mas conseguia encontrar um bote salva-vidas nas empresas de serviço, hoje são as empresas de serviços que estão tendo dificuldades de manter as portas abertas e tanto indústrias quanto as prestadoras de serviço estão tendo que demitir ou reduzir cargas horárias e, claro, os salários. Nesse meio tempo, o governo faz o que pode para amenizar o impacto, mas sabemos que se nós mesmos não fizermos alguma coisa, a ponta mais fraca, que somos nós, é onde estoura. Com a perda massiva de empregos, a renda média está caindo e, assim, também o consumo. Isso leva a uma recessão que já está batendo à porta. Porém, ainda está em tempo de se preparar para ela. As pessoas que já se prepararam para isso, que sempre construíram suas reservas de emergência ou possuem ativos a serem vendidos estarão mais tranquilas; as que sempre viveram a vida como uma aventura vão sentir na pele (e no estômago) o resultado dessa escolha. Porém, ainda é possível amenizar isso tudo.

O que importa agora é lembrar que não existem formas de você administrar sua vida hoje, como se fosse ontem, pois você não tem mais a mesma renda de antes. Como nós tendemos a modelar nossa vida de consumo com base na nossa renda, precisamos remodelá-la novamente com base na renda em que nos encontramos agora. Reveja seu estilo de vida.

Comece se livrando daquilo é supérfluo. Se for necessário, como você vai ficar em casa por muitos dias, pense em vender (se estiver faltando dinheiro) seu meio de condução, seja bicicleta, moto ou carro. Pense que você também pode se mudar para um local menor, com custo muito mais baixo (se essa for uma possibilidade). Aproveite e coloque sua cabeça para funcionar. Pense de forma criativa em formas de ganhar uma renda extra, seja vendendo coisas pela internet, em grupos de Facebook, ou fazendo algum serviço online, como produção e revisão de textos e artigos, tradução, aulas online, auxílio informático por acesso remoto, design gráfico e etc. Vai se adaptar melhor sempre aquele que tiver a mente aberta e for flexível no seu estilo de vida. 

O mundo está mudando, mude junto ou você vai desaparecer. O Home Office é a tendência do futuro e quanto mais cedo você se adaptar a ele (o que está sendo quase obrigatório nessa crise) melhor. O mundo online permite que você saia da baixa escala e salte para a alta escala. Seu alcance é maior, suas possibilidades são infinitas. 

Se você já tem sua empresa, negocie tudo. Utilize-se de todos os seus relacionamentos, seja com fornecedor ou com cliente e seja claro e aberto: você precisa de ajuda. Seja na compra de um vale, um voucher para ser utilizado posteriormente, na permuta de algum serviço, de alguma forma para que você possa sobreviver a essa crise. Lembre-se que esse momento não é sobre lucro, é sobre sobrevivência. E, nessa hora, seu concorrente é, de fato, seu parceiro. Se vocês não se ajudarem, todos vão afundar. Concorrentes precisam se unir para se tornarem canais de venda uns para os outros, dos itens que melhor podem ser vendidos por esta ou por aquela outra empresa. Seja inteligente e adaptável nesse momento de crise. Mude seus hábitos e atualize-se, ou desapareça.

Leia Mais...

A Saga Draconiana encerra o Arco de Sophie Dupont, depois de 7 anos.

  Depois de mais de sete anos, desde o lançamento de A Saga Draconiana – Sophie Dupont e o Drakkar de Prata , eis que se encerra o arco da história de Sophie Dupont, com o lançamento de A Saga Draconiana – Sophie Dupont e a Mãe dos Dragões . O arco, composto de três volumes, possui um total de mais de mil páginas, e conta a história de Sophie, uma menina adotada cuja vida é caótica, cheia de guinadas e desventuras; porém, em determinado momento, ela descobre que pertence a uma espécie única: Os Drakkars . Descendentes de humanos com os Antigos Lordes Dragões. O primeiro volume, chamado A Saga Draconiana – Sophie Dupont e o Drakkar de Prata foi lançado ainda em 2013, o que faz com que todo o arco tenha levado sete anos para ficar pronto. Um número bastante auspicioso, por assim dizer. E, por isso, é com muito carinho que trago hoje a notícia de que, finalmente, o livro A Saga Draconiana - Sophie Dupont e a Mãe dos Dragões já está disponível. Seja em Livro Impresso ou para Kindle

Você vai morrer. O que você está fazendo sobre isso?

Hoje estou a mais de 2 mil quilômetros de Montenegro, do ladinho de Cuiabá, no Mato Grosso. Nessa viagem de férias, enquanto conversava com um irmão de ofício, por assim dizer, surgiu a questão: “Se você sumisse hoje, a sua comunidade perceberia? Você faria falta?”. Em um primeiro momento, se você pensar e responder que não, pode ir por dois caminhos: o primeiro é o egoísta, pensando que a comunidade não lhe dá valor, não se importa com você; o segundo é o correto, pensando que você não está sendo útil o suficiente para essa comunidade ao ponto de ser sentida a sua falta quando você partir.  O que você tem feito hoje voltado à sua comunidade? O que você tem feito hoje que não é exclusivamente para melhorar a sua própria vida e, talvez, das pessoas da sua família? É muito fácil se indignar vendo a pobreza no continente africano, ou mesmo na Venezuela, onde uma cesta básica está custando 3 salários mínimos e as pessoas estão comendo lixo na rua; mas você se indigna com aquele mendig

Fragmentos Draconianos N1: O Sopro Relâmpago

  Era uma afronta que eu, filho de uma das mais influentes famílias do meio Drakkar, não conseguisse dominar um Sopro de Classe B, como o Sopro Relâmpago . Aquilo era ridículo. Ser um Drakkar Azul era algo que impunha respeito e, não conseguir trazer aqueles relâmpagos para o plano físico na frente dos meus colegas, fez-me parecer um perdedor. – Maldita Margareth – resmunguei comigo mesmo – Com aquele risinho irônico só porque vai disputar a Graduação... – Charles!   – chamou-me Ferdinand, meu colega de quarto. Um Drakkar Verde, boa vida. – O que foi? – inquiri ríspido. Estava descontente comigo mesmo e não estava afim de conversas. – Viu a nova Drakkar? – ele perguntou – Linda. Cabelos platinados até as costas, olhos azuis como o oceano... Balancei a cabeça e segui em frente, ignorando-o. Ferdinand passava mais tempo paquerando as garotas do que se dedicando a estudar o Sangue Draconiano e a praticar os Sopros. Era um Drakkar de qualidade muito inferior e, claro, eu não