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Não deixe que isso o consuma completamente


O ser humano é um animal bastante controverso, isso se pode dizer. Não temos asas e voamos, não temos nadadeiras e nadamos; fomos à lua, enviamos sondas a diversos locais no sistema solar e até mesmo para fora dele; nós dividimos o átomo. Somos capazes de dizimar centenas, milhares, talvez até milhões de metros quadrados com um único dedo. Somos extremamente destrutivos, mas também incrivelmente criativos. Conseguimos modificar os genes e alterar a própria essência física humana; podemos, de certa forma e com certo limite, até mesmo dar a vida. Somos animais fantásticos e, realmente, comparados ao segundo animal mais inteligente que existe na Terra, somos deuses. 

Talvez foi nesse sentido que, no Gênesis, Capítulo 1, versículo 26, Deus disse: “Façamos o homem nossa imagem, conforme nossa semelhança”, que é reforçado por um dos salmistas quando diz, no Salmo 82, versículo 6: “Vós sois Deuses, e filhos do Altíssimo”; esse mesmo Salmo é depois lembrado por Jesus em João, Capítulo 10, versículo 34: “Não está escrito em vossa lei: Eu disse que vós sois deuses?”. 

Porém, ainda que o homem seja tão poderoso, tão criativo, tão destrutivo, basta que uma única célula, a qual ele não pode ver, seja suficientemente assustadora e devastadora para reduzi-lo a um animal torpe, sem sentido, despreparado, fraco e violento. Quanto mais ameaçada a existência do ser humano, mais vil ele se torna, mais egoísta, mais sobrevivente. Seu ego se torna o ponto mais importante da sua existência e isso, claro, é uma característica natural da vida: auto preservar-se. 

Toda a magnificência humana é reduzida a nada pelo medo. O medo é, de fato, uma das emoções mais poderosas que existe em nós e, acredito eu, só tem menos força que o amor. O amor supera o medo e permite que o ser humano sobreponha todos esses defeitos. Por isso, nesse tempo de crise, não deixe o medo consumir você; não o deixe torná-lo um simples animal irracional. 

Você é bom e esse amor precisa ecoar nas atitudes para com todos ao seu redor, mesmo que você não os conheça. Pense nas outras pessoas. Coloque-se no lugar delas. Seja mais justo, seja humano.

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A Saga Draconiana encerra o Arco de Sophie Dupont, depois de 7 anos.

  Depois de mais de sete anos, desde o lançamento de A Saga Draconiana – Sophie Dupont e o Drakkar de Prata , eis que se encerra o arco da história de Sophie Dupont, com o lançamento de A Saga Draconiana – Sophie Dupont e a Mãe dos Dragões . O arco, composto de três volumes, possui um total de mais de mil páginas, e conta a história de Sophie, uma menina adotada cuja vida é caótica, cheia de guinadas e desventuras; porém, em determinado momento, ela descobre que pertence a uma espécie única: Os Drakkars . Descendentes de humanos com os Antigos Lordes Dragões. O primeiro volume, chamado A Saga Draconiana – Sophie Dupont e o Drakkar de Prata foi lançado ainda em 2013, o que faz com que todo o arco tenha levado sete anos para ficar pronto. Um número bastante auspicioso, por assim dizer. E, por isso, é com muito carinho que trago hoje a notícia de que, finalmente, o livro A Saga Draconiana - Sophie Dupont e a Mãe dos Dragões já está disponível. Seja em Livro Impresso ou para Kindle

SORTEIO de KIT LITERÁRIO de A Saga Draconiana!

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Fragmentos Draconianos N1: O Sopro Relâmpago

  Era uma afronta que eu, filho de uma das mais influentes famílias do meio Drakkar, não conseguisse dominar um Sopro de Classe B, como o Sopro Relâmpago . Aquilo era ridículo. Ser um Drakkar Azul era algo que impunha respeito e, não conseguir trazer aqueles relâmpagos para o plano físico na frente dos meus colegas, fez-me parecer um perdedor. – Maldita Margareth – resmunguei comigo mesmo – Com aquele risinho irônico só porque vai disputar a Graduação... – Charles!   – chamou-me Ferdinand, meu colega de quarto. Um Drakkar Verde, boa vida. – O que foi? – inquiri ríspido. Estava descontente comigo mesmo e não estava afim de conversas. – Viu a nova Drakkar? – ele perguntou – Linda. Cabelos platinados até as costas, olhos azuis como o oceano... Balancei a cabeça e segui em frente, ignorando-o. Ferdinand passava mais tempo paquerando as garotas do que se dedicando a estudar o Sangue Draconiano e a praticar os Sopros. Era um Drakkar de qualidade muito inferior e, claro, eu não