Pular para o conteúdo principal

Essa é a chave para o sucesso


Henry Ford, criador da Ford, fez uma observação muito interessante há muitos anos: Você sabia que a maioria das pessoas não chega a fracassar? Sabe por quê? Porque elas desistem antes de obter qualquer resultado. A grande maioria das pessoas é desistente. Têm medo do resultado e acabam perdendo a chance de conquistar algo melhor. Elas não sabem que, mesmo com um resultado não satisfatório, aprende-se, melhora-se e se recupera, partindo para uma segunda tentativa com maiores chances de ter sucesso. 

Thomas Edison teve resultados negativos mais de mil vezes antes de ter um resultado positivo na criação do filamento que lhe possibilitou criar a lâmpada elétrica. Mil vezes! A maioria esmagadora das pessoas teria desistido antes da centésima. A verdade é que ele não estava tentando criar a lâmpada; ele estava, de fato, criando a lâmpada. Não era uma tentativa, era a missão dele. 

As pessoas param no primeiro obstáculo. Porém se você aprender com as adversidades, os erros serão os melhores mestres que você poderia ter. Se você acertou na primeira, provavelmente não aprendeu nada, teve apenas sorte. O aprendizado só vem do erro, seja ele seu ou dos outros. 

O quanto você é persistente é ligado intimamente ao seu sucesso. Persistência é a chave para grandes conquistas. Porém, não confunda persistência com insistência, pois são diferentes. Se você é insistente, você provavelmente faz as coisas da mesma maneira, esperando resultados diferentes. É o clássico “cabeça dura”. Esse tipo só se dá mal. Seja persistente. Persistência é aprender com os erros, adaptar-se e tentar de novo. Há algum tempo, li uma frase que dizia: “Não se trata de bater na porta certa, mas de bater em todas as portas”. Isso significa tentar até dar certo. Até a próxima!

Leia Mais...

A Saga Draconiana encerra o Arco de Sophie Dupont, depois de 7 anos.

  Depois de mais de sete anos, desde o lançamento de A Saga Draconiana – Sophie Dupont e o Drakkar de Prata , eis que se encerra o arco da história de Sophie Dupont, com o lançamento de A Saga Draconiana – Sophie Dupont e a Mãe dos Dragões . O arco, composto de três volumes, possui um total de mais de mil páginas, e conta a história de Sophie, uma menina adotada cuja vida é caótica, cheia de guinadas e desventuras; porém, em determinado momento, ela descobre que pertence a uma espécie única: Os Drakkars . Descendentes de humanos com os Antigos Lordes Dragões. O primeiro volume, chamado A Saga Draconiana – Sophie Dupont e o Drakkar de Prata foi lançado ainda em 2013, o que faz com que todo o arco tenha levado sete anos para ficar pronto. Um número bastante auspicioso, por assim dizer. E, por isso, é com muito carinho que trago hoje a notícia de que, finalmente, o livro A Saga Draconiana - Sophie Dupont e a Mãe dos Dragões já está disponível. Seja em Livro Impresso ou para Kindle

Você vai morrer. O que você está fazendo sobre isso?

Hoje estou a mais de 2 mil quilômetros de Montenegro, do ladinho de Cuiabá, no Mato Grosso. Nessa viagem de férias, enquanto conversava com um irmão de ofício, por assim dizer, surgiu a questão: “Se você sumisse hoje, a sua comunidade perceberia? Você faria falta?”. Em um primeiro momento, se você pensar e responder que não, pode ir por dois caminhos: o primeiro é o egoísta, pensando que a comunidade não lhe dá valor, não se importa com você; o segundo é o correto, pensando que você não está sendo útil o suficiente para essa comunidade ao ponto de ser sentida a sua falta quando você partir.  O que você tem feito hoje voltado à sua comunidade? O que você tem feito hoje que não é exclusivamente para melhorar a sua própria vida e, talvez, das pessoas da sua família? É muito fácil se indignar vendo a pobreza no continente africano, ou mesmo na Venezuela, onde uma cesta básica está custando 3 salários mínimos e as pessoas estão comendo lixo na rua; mas você se indigna com aquele mendig

Fragmentos Draconianos N1: O Sopro Relâmpago

  Era uma afronta que eu, filho de uma das mais influentes famílias do meio Drakkar, não conseguisse dominar um Sopro de Classe B, como o Sopro Relâmpago . Aquilo era ridículo. Ser um Drakkar Azul era algo que impunha respeito e, não conseguir trazer aqueles relâmpagos para o plano físico na frente dos meus colegas, fez-me parecer um perdedor. – Maldita Margareth – resmunguei comigo mesmo – Com aquele risinho irônico só porque vai disputar a Graduação... – Charles!   – chamou-me Ferdinand, meu colega de quarto. Um Drakkar Verde, boa vida. – O que foi? – inquiri ríspido. Estava descontente comigo mesmo e não estava afim de conversas. – Viu a nova Drakkar? – ele perguntou – Linda. Cabelos platinados até as costas, olhos azuis como o oceano... Balancei a cabeça e segui em frente, ignorando-o. Ferdinand passava mais tempo paquerando as garotas do que se dedicando a estudar o Sangue Draconiano e a praticar os Sopros. Era um Drakkar de qualidade muito inferior e, claro, eu não