Pular para o conteúdo principal

Aprenda isso e poderá fazer o que quiser


Já dizia Anthony Robbins, “Se você quiser ser poderoso, finja que é poderoso”. E ele continua, ensinando que a Fisiologia, isto é, a Comunicação Não-Verbal, é o mais poderoso instrumento para mudar o estado interno e produzir resultados dinâmicos. Pois, parafraseando Norman Cousins em seu livro “Anatomy of an illness” (A anatomia de uma doença, em tradução livre), a força da vida talvez seja a menos compreendida das forças da Terra. 

A Comunicação Não-Verbal é determinada pela postura. Aprendendo a mudar a fisiologia, aprende-se a mudar a representação interna, podendo criar qualquer estado e obter qualquer resultado. Você está sempre produzindo resultado, isso é um fato. E, se você não está decidindo seu estado, sua representação interna, outros estão. E, se eles estão gerando seu estado, você pode estar obtendo resultados que sejam insatisfatórios para você. 

Virgílio já dizia “Eles podem porque acreditam que podem” e o mesmo é expresso por Anton Tchecov quando diz “O homem é o que acredita”, pois a crença é quem comanda a sua realidade. Quando você acredita que algo é verdade, você entra em um estado de que aquilo é verdade e, “não sabendo que é impossível, vai lá e faz”. A Comunicação Não-Verbal funciona de forma que o cérebro vai reagir de acordo com a postura. Tudo o que você comunica produz uma química. Se você assumir uma posição cabisbaixa, você vai experimentar uma sensação ruim. Vai ficar triste, deprimido. Porém se você fizer o contrário, pular, elevar os braços, vibrar, gritar, você vai se por num estado cheio de recursos, pois o cérebro reage ao estimulo físico, isto é, da postura. 

Agora você tem poder de definir seu humor, seu comportamento. Troque suas comunicações ruins por uma boa comunicação. Comunique o que tem de melhor, independente das circunstâncias.

Leia Mais...

A Saga Draconiana encerra o Arco de Sophie Dupont, depois de 7 anos.

  Depois de mais de sete anos, desde o lançamento de A Saga Draconiana – Sophie Dupont e o Drakkar de Prata , eis que se encerra o arco da história de Sophie Dupont, com o lançamento de A Saga Draconiana – Sophie Dupont e a Mãe dos Dragões . O arco, composto de três volumes, possui um total de mais de mil páginas, e conta a história de Sophie, uma menina adotada cuja vida é caótica, cheia de guinadas e desventuras; porém, em determinado momento, ela descobre que pertence a uma espécie única: Os Drakkars . Descendentes de humanos com os Antigos Lordes Dragões. O primeiro volume, chamado A Saga Draconiana – Sophie Dupont e o Drakkar de Prata foi lançado ainda em 2013, o que faz com que todo o arco tenha levado sete anos para ficar pronto. Um número bastante auspicioso, por assim dizer. E, por isso, é com muito carinho que trago hoje a notícia de que, finalmente, o livro A Saga Draconiana - Sophie Dupont e a Mãe dos Dragões já está disponível. Seja em Livro Impresso ou para Kindle

Você vai morrer. O que você está fazendo sobre isso?

Hoje estou a mais de 2 mil quilômetros de Montenegro, do ladinho de Cuiabá, no Mato Grosso. Nessa viagem de férias, enquanto conversava com um irmão de ofício, por assim dizer, surgiu a questão: “Se você sumisse hoje, a sua comunidade perceberia? Você faria falta?”. Em um primeiro momento, se você pensar e responder que não, pode ir por dois caminhos: o primeiro é o egoísta, pensando que a comunidade não lhe dá valor, não se importa com você; o segundo é o correto, pensando que você não está sendo útil o suficiente para essa comunidade ao ponto de ser sentida a sua falta quando você partir.  O que você tem feito hoje voltado à sua comunidade? O que você tem feito hoje que não é exclusivamente para melhorar a sua própria vida e, talvez, das pessoas da sua família? É muito fácil se indignar vendo a pobreza no continente africano, ou mesmo na Venezuela, onde uma cesta básica está custando 3 salários mínimos e as pessoas estão comendo lixo na rua; mas você se indigna com aquele mendig

Fragmentos Draconianos N1: O Sopro Relâmpago

  Era uma afronta que eu, filho de uma das mais influentes famílias do meio Drakkar, não conseguisse dominar um Sopro de Classe B, como o Sopro Relâmpago . Aquilo era ridículo. Ser um Drakkar Azul era algo que impunha respeito e, não conseguir trazer aqueles relâmpagos para o plano físico na frente dos meus colegas, fez-me parecer um perdedor. – Maldita Margareth – resmunguei comigo mesmo – Com aquele risinho irônico só porque vai disputar a Graduação... – Charles!   – chamou-me Ferdinand, meu colega de quarto. Um Drakkar Verde, boa vida. – O que foi? – inquiri ríspido. Estava descontente comigo mesmo e não estava afim de conversas. – Viu a nova Drakkar? – ele perguntou – Linda. Cabelos platinados até as costas, olhos azuis como o oceano... Balancei a cabeça e segui em frente, ignorando-o. Ferdinand passava mais tempo paquerando as garotas do que se dedicando a estudar o Sangue Draconiano e a praticar os Sopros. Era um Drakkar de qualidade muito inferior e, claro, eu não